LIBERTADORES!

Nesta semana saem os finalistas da Copa Libertadores. Como diz a música, o torneio é uma "obsessão" de várias torcidas. Para entrar no clima dos jogos de quarta e quinta, um post especial sobre a competição.

De tantos clubes, o único brasileiro que sobrou foi o Peixe. E adivinha dentro de qual grande estádio argentino tem uma recordação do Santos de Pelé? A resposta neste post sobre um passeio por canchas de Buenos Aires

Aproveitando que estamos na cidade de "d10s" Maradona, um post com os semi-finalistas da competição: o Velez
Mais fotos desta partida entre Velez e Independiente em Liniers aqui

Ainda no sul da America Latina, porém não mais em Buenos Aires, temos outro semi-finalista da Copa Libertadores: os carboneros de Montevideo, o grande Penarol.

Fotos e relatos de Penarol x Tucuarembó no estádio Centenário neste post

E já que o estilo das torcidas portenhas ultrapassou as fronteiras de Argentina e Uruguai, vale a pena dar uma conferida na primeira barra brava que surgiu por aqui, o Setor2 do Juventus



Ainda sobre as "barras", dois dos maiores exemplos brasileiros estão no sul: a Geral do Grêmio e a Guarda Popular Colorada. Já acompanhei de perto tanto os tricolores quanto os vermelhos:





Uma das principais características das barra bravas são as murgas. Assim, as "bandas" tomam o lugar das baterias. A melodia portenha já está tão assimilada pelos brasileiros que inclusive uma nova barra está surgindo em São Paulo e deve aparecer nas próximas rodadas. Mas isso já é assunto para um próximo post...

SANTOS x INTERNACIONAL


Primeira rodada do Brasileirão 2011, muitos reservas em campo e jogo sem grandes expectativas. Apesar de tudo isso, ótimo número de colorados na Vila Belmiro. O melhor de tudo foi ver a arquibancada com tantas faixas e bandeiras, algo que não acontecia há muito tempo. A banda da Guarda Popular Colorada comandou o setor visitante, que fez muito bem o seu papel: apoiou os jogadores e espalhou o agradável som da murga e das canções gaúchas pela Vila. Ainda faltaram os instrumentos de sopro que são proibidos em São Paulo, mas a música não parou em nenhum momento.










Não tenho mais fotos deste jogo porque continuo sem credencial e não tive acesso aos outros setores do estádio. Jamais poderia me esquecer: muito obrigado ao Hierro e a Guarda Popular Colorada, espero nos encontrarmos em breve!

PALMEIRAS x CORINTHIANS



Mancha Verde ZL homenageando o torcedor Rosário, um dos fundadores do grupo que morreu nesta semana



Antes da bola rolar este jogo já me desagradava por vários motivos. Primeiro porque continuo sem credenciamento e, portanto, sem entrar no estádio. Mas aqui isto é o de menos. Apesar das intermináveis restrições do Ministério Público, Palmeiras e Corinthians vinham fazendo clássicos de respeito mútuo - já que os clubes não querem alugar o Morumbi, à torcida visitante era liberado o tobogã do Pacaembu, muito melhor e mais espaçoso do que um cantinho espremido no estádio. Mesmo que isso não possibilitasse clássicos de multidões como no passado, era uma medida de respeito ao torcedor. Para este jogo, porém, o acordo entre os clubes foi deixado de lado. Aos corinthianos restou um pouco mais de dois mil ingressos. Como se isso já não fosse suficiente para diminuir o brilho do clássico paulistano, durante a semana a polícia vetou qualquer tipo de material nas arquibancadas. Na reunião que antecede o jogo, as torcidas foram avisadas de que só seria liberado o mínimo: bateria, faixa e bandeira - nada mais. Qual será a próxima proibição?









Aos que, assim como eu, sentem saudades do Palestra Itália:





*meus agradecimentos aos amigos e guerreiros da MV/ZL que deram uma força. valeu mesmo